quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Beautiful



"I am beautiful no matter what they say
Words can't bring me down
I am beautiful in every single way
Yes, words can't bring me down
So don't you bring me down today

(...)

You are beautiful no matter what they say
Words can't bring you down
You are beautiful in every single way
Yes, words can't bring you down
So don't you bring me down today...

(...)


'Cause we are beautiful no matter what they say
Yes, words won't bring us down
We are beautiful in every single way
Yes, words can't bring us down
So, don't you bring me down today! "

(Beautiful - Glee)

domingo, 23 de janeiro de 2011

You! Me! You!

"My head says:
'Who cares?'
But then my heart whispers:
'You do, stupid'."

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Almost a perfect week...


"Tudo que é bom dura pouco...
...Mas dura o tempo suficiente para ser inesquecível"

Postado por: Sophia Wright

I'll miss this days..


"The time has come
For closing books
And long last looks must end
And as I leave
I know that I am leaving my best friend"
(To sir, with love)

Sophia Wright

sábado, 15 de janeiro de 2011

...


"O meu amor eu guardo para os mais especiais. Não sigo todas as regras da sociedade e às vezes ajo por impulso. Erro, admito. aprendo, ensino. Todos erram um dia: por descuido, inocência ou maldade. conservar algo que faça eu recordar de ti seria o mesmo que admitir que eu pudesse esquecer-te."

(William Shakespeare)

Loneliness


"Se você se sente só, é porque ergueu muros
em vez de pontes"

(William Shakespeare)

Dores e doídos


"Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente"

(William Shakespeare)

Alone

When you feel alone, remember that...

Brincando...



"Vamos brincar de imaginar um mundo diferente?
As pessoas deixam de ser coisas e passam a ser gente!"

(Roberto Freire)

Desolação


Dói, dói demais

Ver triste episódio

Defronte a meus olhos

Se passar

Não! Não!

Não quero olhar!

Por favor, decida-se

Acatarei sua decisão...

Mas peço que de uma vez junte ou parta

Os pedaços de meu coração

Sinto-me caminhando

Para a beira de um penhasco

Não caí... ainda

Mas continuo andando, andando

E um dia lá hei de chegar

Não quero, claro!

Mas essa indecisão...

Saber ou não

O que vai acontecer?

Vou ser salva por você?

Ou vou cair e vai doer?

Muito pior é

Essa triste caminhada, impulsionada

Peço-lhe, por favor:

Decida e me avisa

Me empurre de uma vez,

Ou leve-me para casa

Mas não me deixe aqui...

Desolada

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Impulsiva..


"Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se trata de intuição, mas de simples infantilidade. Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. Há um perigo: se reflito demais, deixo de agir. E muitas vezes prova-se depois que eu deveria ter agido. Estou num impasse. Quero melhorar e não sei como. Sob o impacto de um impulso, já fiz bem a algumas pessoas. E, às vezes, ter sido impulsiva me machuca muito. E mais: Nem sempre os meus impulsos são de boa origem. Vêm, por exemplo, da cólera. Essa cólera às vezes deveria ser desprezada; outras, como me disse uma amiga a meu respeito, são: cólera sagrada. Às vezes minha bondade é fraqueza, às vezes ela é benéfica a alguém ou a mim mesma. Às vezes restringir o impulso me anula e me deprime, às vezes restringi-lo dá-me uma sensação de força interna. Que farei então? Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei."


(Clarice Lispector)

sábado, 8 de janeiro de 2011

Exagerada sempre...



”Exagerada toda a vida: minhas paixões são ardentes; minhas dores de cotovelo, de querer morrer; louca do tipo desvairada; briguenta e tô de mal pra sempre; durmo treze horas seguidas; meus amigos são semi-irmãos; meus amores são sempre eternos e meus dramas, mexicanos!”

(Clarice Lispector)

From: Jouuly.tumblr.com
By: Sophia

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Inspiration!

A Velha Barreira




A VELHA BARREIRA

Era uma vez, um lugar muito, muito feliz. Nesse lugar todas as pessoas eram alegres, viviam em harmonia, e por lá só circulavam os ventos bons, porque fora criada uma barreira contra todo tipo de vento mal. Às vezes um ou outro conseguia passar por uma brechinha, mas logo os ventos bons se uniam e afastavam todo mau de lá.
Certo dia, as pessoas daquela cidade decidiram quebrar a velha barreira, pois ela já estava gasta e os ventos bons que circulavam por ali costumavam sem querer espalhar a poeira que emanava dela pela cidade. Ao ouvir isso, o vento da atenção ficou atento e decidiu avisar ao conselho dos ventos.
- Eles querem derrubar a barreira, senhor! – exclamou exasperado para o senhor dos ventos. – Isso deixaria a passagem livre para os ventos maus!
O senhor dos ventos – também conhecido por vento do amor - parou um pouco, pensativo. Um outro vento sugeriu:
- Por que não falamos com o conselho dos aldeões? Talvez possamos convencê-los de que seria melhor cuidar da velha barreira para que ela parasse de soltar poeira, ao invés de derrubá-la. Deve ser só uma gripe... Talvez se cuidassem melhor dela e dessem mais atenção ela melhorasse.
A sugestão foi aprovada e logo o conselho dos aldeões foi reunido com o conselho dos ventos. O senhor dos ventos, então, apresentou a sugestão e esperou uma sentença.
- Eu acho que deveríamos derrubá-la! – opinou um dos aldeões. – Daria muito trabalho ter que cuidar daquela barreira velha. Além disso, os ventos ruins nem mais nos assombram. Apenas os de menor porte – tais como a preguiça e a rabugem -, que são mais travessos, tentam se deslocar para dentro de vez em quando. Mas não acreditam que tragam grandes males. Os piores já devem ter nos esquecido...há muito não dão as caras.
Alguns outros aldeões concordaram e um dos ventos, o da coragem, cochichou baixinho para os ventos que estavam mais próximos de si:
- Não tenho tanta certeza de que a preguiça ainda não conseguiu entrar . Trabalho em demasia nunca foi problema por aqui.
O vento da certeza, ao ouvir seu nome, acrescentou:
- Para falar a verdade, de certeza a preguiça já conseguiu pôr a cabeça aqui dentro. Com ajuda da trapaça e da rabugem, enganou alguns aldeões e conseguiu convencê-los, com ajuda da mentira, de que não eram tão ruins assim. Eu tentei impedí-los, mas foram forte demais para mim.
Sendo assim, o veredicto foi anunciado:
- A velha barreira será derrubada! - bradou o mestre dos aldeões.

No dia seguinte, todos os aldeões se reuniram perto da barreira e disseram-lhe que seus serviços não eram mais necessários. Pediram gentilmente para que se retirasse, pois lhes estava incomodando e causando diversos incovenientes, além de que não tinham tempo de cuidar dela, pois precisavam de um certo tempo para lazer e cuidar dela tomar-lhes-ia um tempo absurdo devido a seu tamanho, que envolvia toda a cidade.
A velha barreira, então, muito triste, retirou-se de onde fora seu lar por muito tempo e recorreu em busca de uma cidade que cuidasse dela.
Mas acontece que os ventos ruins não estavam muito longe. A preguiça ficou assombrando furtivamente os aldeões, mas a desordem e o desespero foram buscar os outros ventos maus, a fim de bagunçar toda a cidade.
E logo a cidade estava infestada de ventos ruins. As pessoas não eram mais felizes e não sentiam mais nada de bom. Até mesmo as crianças, sempre tão alegres, não conseguiram permanecer na cidade e fugiram de casa, em busca da velha barreira. Precisavam de sua proteção!
Sem ela todos os ventos ruins assombravam a cidade quando lhes dava na cabeça e, toda vez que um dos ventos bons tentava passar por lá não podia ficar muito tempo e tardava a voltar, pois saia terrivelmente doente. O máximo que conseguia atravessar a cidade imunes eram os ventos bebês, os sopros. Mas estes eram obedientes e seus pais preocupados lhes pediam para não fazer isso com frequencia, pois mais cedo ou mais tarde poderiam pegar uma infecção.
Assim foi a vida na cidade por dez terrivelmente longos anos, de trevas e pavor.
Mas, em um dia em que as coisas pareciam estar especialmente ruins – devido ao aniversário do lorde dos ventos maus, o ódio – as crianças que fugiram de casa finalmente encontraram a velha barreira, fungando tristonha e solitária perto do mar. Ela lamentava-se, mas não culpava nem mantinha nenhuma espécie de mágoa por qualquer um que a expulsou da cidade. Apenas chorava.
As crianças demoraram um tempo para revigorar-lhe, rejuvenescer-lhe e elevar novamente sua autoestima, mas finalmente conseguiram. Naquele certo dia, do aniversário do lorde dos ventos, reuniram todos os ventos bons que haviam sido barrados da cidade e invadiram-na. Com a ajuda dos bons ventos, das crianças e alguns golpes da velha barreira, os ventos maus finalmente foram expulsos da cidade, dando lugar novamente aos ventos bons.
Os aldeões, felizes com a volta das crianças, da velha barreira e de todos os ventos do bem, pediram desculpas a velha barreira e se comprometeram a dar-lhe mais atenção e nunca mais deixar de cuidar dela. Assim a barreira nunca mais adoeceu e nenhuma espécie de vento nem meio ruim conseguiu voltar a se aproximar da cidade. E todos foram felizes para sempre.


MORAL I: É através de pequenas maldades que as grandes se infiltram.
MORAL II: É preciso cuidar do que nos faz sentir bem ( a velha barreira ) para que isso dure para sempre.
MORAL III: A perseverança ( demonstrada na busca das crianças pela velha barreira ) pode ser o que venha a nos revigorar.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Viver para mim é Cristo!...

video

O novo ano!

Que nesse ano possamos sonhar… Acreditar de coração, que podemos realizar cada um de nossos sonhos, e que estes possam ser compartilhados pelo bem, que tenham força para transformar velhos inimigos em novos amigos verdadeiros.
Que nesse ano possamos abraçar… Repartir calor e carinho, que isso não seja um ato de um momento, mas a história de uma vida.
Que nesse ano possamos beijar… Com os olhos fechados, tocar o sabor da alma. Que tenhamos tempo para sentir toda a beleza da vida e saibamos senti-la em cada coisa simples.
Que nesse ano possamos sorrir… Contagiar a todos com uma alegria verdadeira. Que não sejam necessárias grandes justificativas para nosso sorriso, que ele seja apenas a brisa do viver.
Que nesse ano possamos cantar… Dizer coisas da vida que não sejam apenas músicas e letras, mas que sejam canções e sentimentos.
Que nesse ano possamos agradecer… Expressar a Deus e a todos: “Muito Obrigada!”.
Que nesse ano… “Todos” não sejam incluídos apenas os amigos, mas aqueles que, nos colocando dificuldades, nos deram oportunidades de sermos melhores.

E assim começamos mais um Ano Novo.
Um dia que nasce, um primeiro passo, um longo caminho, um desafio, uma oportunidade e um pensamento:“Que nesse ano sejamos, todos, Muito Felizes!”

Live Forever

Talvez eu apenas queira voar
Eu quero viver eu não quero morrer
Talvez eu apenas queira respirar
Talvez eu apenas não acredite
Talvez você seja igual a mim
Nós vemos coisas que eles nunca verão
Você e eu iremos viver para sempre

(Oasis)

Pais e Filhos

Estátuas e cofres
E paredes pintadas
Ninguém sabe o que aconteceu
Ela se jogou da janela do quinto andar
Nada é fácil de entender.

Dorme agora:
É só o vento lá fora.
Quero colo
Vou fugir de casa
Posso dormir aqui
Com vocês?
Estou com medo tive um pesadelo
Só vou voltar depois das três.

Meu filho vai ter
Nome de santo
Quero o nome mais bonito.

Refrão:
É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se você parar pra pensar,
Na verdade não há.

Me diz por que o céu é azul
Me explica a grande fúria do mundo
São meus filhos que tomam conta de mim

Eu moro com a minha mãe
Mas meu pai vem me visitar
Eu moro na rua, não tenho ninguém
Eu moro em qualquer lugar
Já morei em tanta casa que nem me lembro mais
Eu moro com meus pais.

Refrão:
É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se você parar pra pensar,
Na verdade não há.

Sou uma gota d'água
Sou um grão de areia
Você me diz que seus pais não entendem
Mas você não entende seus pais.
Você culpa seus pais por tudo
E isso é absurdo
São crianças como você.
O que você vai ser
Quando você crescer?
(Legião Urbana)

FELIZ ANO NOVO!!!

FELIZ ANO NOVO!!!!
QUE ESTE ANO POSSAMOS REALIZAR NOSSOS DESEJOS, CONSTRUIR NOVAS AMIZADES, SEM ESQUECER DE FORTALECER AS MAIS ANTIGAS, AGRADECER A DEUS POR ESTARMOS VIVOS, APROVEITAR AS OPORTUNIDADES QUE SURGIREM, SER FELIZ E FAZER QUEM ESTIVER AO SEU REDOR MAIS FELIZ AINDA!!!
SORRIR PORQUE A VIDA É LINDA!!
ESTAR PRÓXIMO DE QUEM VOCÊ AMA, E FAZER COM QUE ESSAS PESSOAS SE SINTAM AMADAS!!!
QUE NESTE ANO VOCÊ VEJA O REAL SIGNIFICADO DA VIDA E POSSA DIVIDI-LO COM TODOS QUE PUDER!!
UM 2011 CHEIIIIOOOO DE ALEGRIAS E REALIZAÇÕES!!!